Descida do Guadiana - 20/24 Maio 2024 -
(Fotos com Olympus 35 rc e Fujifilm 200 iso)
E lá fomos nós, os mesmos 3 cúmplices que da última vez. Eu, o Zé e o Nuno!
Era para vir um quarto e novo elemento, seria um estreante nestas nossas viagens pelo Portugal "profundo" mas esqueceu-se dos compromissos laborais que tinha e teve que desistir desta... não escapará para a próxima!
Voltámos ao Alentejo e com a adição de um pouco do Algarve, descendo pelo Guadiana.
Era para vir um quarto e novo elemento, seria um estreante nestas nossas viagens pelo Portugal "profundo" mas esqueceu-se dos compromissos laborais que tinha e teve que desistir desta... não escapará para a próxima!
Voltámos ao Alentejo e com a adição de um pouco do Algarve, descendo pelo Guadiana.
Foi também a estreia da minha nova bicicleta que nos permitiu rolar mais do que o normal em terra batida, cascalho e trilhos pedestres. Realmente, uma bicicleta todo o terreno (ou como dizem no site "ENDURANCE AND ALL-WEATHER PAVEMENT") permite-nos uma versatilidade impar e um conforto maior, aliado a uma boa capacidade de rolar rápido mas rolar rápido nunca foi nem será o propósito das nossas (minhas) viagens. É e será sempre em modo contemplativo, entrosarmo-nos com as paisagens, com as aldeias e vilas, com as gentes locais e claro a sua gastronomia!
E tivémos um pouco de tudo, comboio de Lisboa até Évora, estradas nacionais e municipais, gravilha, empedrado, estradões e sem esquecer o trilho pedestre na nossa incursão a Espanha, entre CAÑAVERAL - PUERTO LAJA e Sanlúcar de Guadiana onde atravessámos de barco para Alcoutim.
Neste trilho tivemos a maior epopeia e logo a maior aventura desta viagem! Caminhos de ervas altas, com pedras, escadarias feitas com troncos, ribeiros, sobe e desce, desce e sobe, etc ,tudo!
Experimentámos a nova Ecopista de Évora a Reguengos de Monsaraz sem antes termos andado às voltas para encontrar o início dela... a parca sinalização que, pelos vistos, não tem ajudado ninguém...!
Neste trilho tivemos a maior epopeia e logo a maior aventura desta viagem! Caminhos de ervas altas, com pedras, escadarias feitas com troncos, ribeiros, sobe e desce, desce e sobe, etc ,tudo!
Experimentámos a nova Ecopista de Évora a Reguengos de Monsaraz sem antes termos andado às voltas para encontrar o início dela... a parca sinalização que, pelos vistos, não tem ajudado ninguém...!
Chegarmos já fora da hora do almoço a Póvoa de S. Miguel e na própria Casa do Povo haver um restaurante/café que nos serviu uma bela massada de peixe, algo inesperado em pleno Alentejo interior!
A travessia de um riacho que, até chegarmos lá, estivemos sempre na dúvida se dava para atravessar ou não com as bicicletas!
Outra aventura, já perto de Castro Marim, entrámos numa propriedade privada que aparentemente não tinha ninguém a não ser 1 cachorro pequeno amigável e outro grandalhão que nem um urso, pronto a defender a propriedade mas que felizmente escolheu o caminho mais longo para nos perseguir... por via das dúvidas, pedalámos como se não houvesse o amanhã até ao portão da entrada onde tivemos que o saltar, e sempre com o coração nas mãos (e as pernas a tremerem que nem varas!!!)!
Outra aventura, já perto de Castro Marim, entrámos numa propriedade privada que aparentemente não tinha ninguém a não ser 1 cachorro pequeno amigável e outro grandalhão que nem um urso, pronto a defender a propriedade mas que felizmente escolheu o caminho mais longo para nos perseguir... por via das dúvidas, pedalámos como se não houvesse o amanhã até ao portão da entrada onde tivemos que o saltar, e sempre com o coração nas mãos (e as pernas a tremerem que nem varas!!!)!
As cores e cheiros ainda da Primavera, o montado, os sobreiros, o Guadiana com as estradas e trilhos que o ladeiam, pássaros de várias espécies, o vento a soprar (quase) sempre nas costas, as minis sempre bem frescas, os pratos de caracóis, o rádio do Zé na Antena 2...


















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